Fala, viajante! Resolvi começar essa jornada “semi nova” aqui no blog e queria muito contar com a ajuda e companhia de vocês nela. Já estou há mais de um ano compartilhando dicas de viagem com vocês, falando de experiências e explicando um tantinho do que a gente vai aprendendo aqui e acolá. Mas, de uns tempos para cá, tenho parado para refletir sobre o quanto que a gente realmente se conhece e queria compartilhar com vocês um pouco dessa jornada que me meti mais intensamente desde uns meses atrás (lembram da Tailândia? Pois é, foi mais intensa que eu imaginei). Afinal, sou um ser humano que nem vocês, people, e também passo pelos meus desafios e frustrações.

Não, o post de hoje não é sobre dicas de viagem, mas um toque que tenho tomado da vida.

Para começo de conversa, não sei se vocês sabem, mas larguei tudo para começar essa jornada em março do ano passado. Muita gente vai dizer que joguei uma carreira fora, mas queria mostrar a vocês porque acho que não. Passei a vida por três filtros: sou feliz com o que faço? Estou fazendo diferença para alguém? E, se eu tiver que contar essa história, vou poder tirar alguma conclusão que me ajude a ser melhor? Não. Não. Não.

Daí, veio a minha guinada.

Como forma de terapia, de buscar uma outra carreira, de fazer uma diferença para quem quer que fosse, comecei a escrever arduamente no blog. E, quanto mais gente comentava, tirava dúvidas e eu ajudava, de alguma forma, me sentia mais satisfeita com aquilo. Mas, de uns tempos para cá, comecei a refletir mais nisso. E, acredite, penso muito!

Não, não quero virar aquela nômade digital que todo mundo acha que vive a vida da Pollyana e “vende um peixe” que, acreditem ou não, não existe. Essa não sou eu. Eu sou uma garota normal, que sonha mais alto que a cabeça oca dela, que comete erros todo dia, que tem dia que chora e tem dia que ri. Que curte a vida como a jornada que ela é. É essa a Day que quero que vocês saibam que existe porque é ela que é real.

Me jogo no mundo? Sempre. Curto dar dicas? Acho que deu para perceber, né?

Mas, mais que isso: quero compartilhar com vocês toda essa jornada e não só parte dela. Quero ajudar a vocês com tudo, não só nas viagens, mas a sentir e perceber a vida como um todo. Quero que vocês também me ajudem nisso.

Por isso, estou reabrindo essa parte aqui, que por pura imprudência ou loucura, achei que não era importante. Mas sabe o que é? É a mais de todas.  Vou compartilhar com vocês um pouco mais do que inspira, do que faz pirar e de como a gente pode fazer para tornar a vida mais gostosa e interessante de ser vivida. Afinal, a vida é mais do que 30 dias de férias. E, com trabalho ou não, chefe chato ou não, obrigações ou não, a gente pode e deve saborear cada momento.

Vocês me acompanham nessa viagem?

Para acompanhar a leitura

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Apaixonada pela vida, tenta viver a expressão "carpe diem". Acredita que cada viagem é um meio de aprender mais sobre a humanidade e o seu próprio eu, por isso ama pôr o pé na estrada. Gosta de contribuir para que outras pessoas tenham experiências cada vez melhores de viagem, por isso quando sabe que um amigo vai viajar, já vem com sua listinha de dicas. A melhor viagem? É sempre a do momento.

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