Quem acompanha pelo insta sabe que recentemente passamos alguns dias em Belo Horizonte. Na verdade, se tratou de um presente de aniversário que a pessoa aqui pediu para o maridinho. Isso porque estava há um tempo querendo conhecer o Instituto Inhotim, afinal até o The New York Times deu atenção para o dito cujo. Entonces, não tinha como não ser ele o meu número 1 de Beagá e redondezas.

|Dicas essenciais para quem vai ao Instituto Inhotim.|

Clááááássico de Inhotim

Afinal, como é o passeio no Instituto Inhotim?

O primeiro impacto: a chegada

Começamos nosso passeio bem cedo. Fomos de ônibus que nos deixou no estacionamento do Instituto cerca de 15 minutos antes do horário formal de abertura. Só na caminhada entre o estacionamento e a entrada do Inhotim já fomos impressionados pela exuberância das árvores que nos cercavam.

Como não tinhamos comprado o ingresso antecipado, nos deparamos com uma fila chatinha para adquirir o bendito. A gente não se ligou que era final de semana de um feriadão… Duh! Mas até que a fila andou rápido (tipo uns 10 minutos), já que havia vários caixas atendendo e ainda uma moça adiantando e direcionando o pessoal. Isso já mostrou de cara um pouco da organização do Inhotim.

Os circuitos

A gente já comprou os ingressos e o passe para os carrinhos tudo junto. O Instituto tem 3 circuitos repletos de galerias e obras. Resolvemos começar o passeio pelo maior deles o laranja, seguido do amarelo e, por fim, do rosa. Fizemos assim, porque as atrações mais interessantes encontram-se justamente no circuito maior, então, se não desse tempo de visitar tudo, pelo menos teríamos visto os highlights.

Soltando a criatividade na sopa de letrinhas… Encantada no mar de mosaicos…

Vou te falar: foi uma ótima escolha. Isso porque começamos o passeio cheios da disposição e,  conforme o tempo vai passando e o cansaço batendo no final do dia, saber que você está num circuito pequeno, ajuda muito a ter forças para terminar. #gásacabando

Falando em cansaço, quando ele bater, sempre dá para dar uma espreguiçada em um dos bancos esculpidos pelo baiano Hugo França, uma das marcas registradas do Inhotim.

Relax num dos troncos do design Hugo França

Ou, então, relaxar na grama mesmo admirando a paisagem linda que está te acompanhando em todos os circuitos.

Nem só de obras vive o Instituto Fim de tarde no Vandário

Enfim, o Instituto que é conhecido como a “Disney brasileira para adultos” faz valer a pena cada minutinho de visita. Na verdade, essa parte de “para adultos” que não concordo muito, não. Me senti uma criança por lá, tirando várias fotos engraçadas, admirando a beleza de muitas obras e interagindo (sim, interagindo!) com outras.

Inhotim é assim, uma obra em cada cantim! Presa no espelho?!?

Inhotim é uma surpresa e não precisa ser um especialista em arte para apreciar as obras. Na verdade, acho que quanto menos você souber, mais legal fica a visita! Mas, como sou amiga, tem umas dicas bacanudas para se preparar para a visita ao Instituto Inhotim bem aqui ó!

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Apaixonada pela vida, tenta viver a expressão "carpe diem". Acredita que cada viagem é um meio de aprender mais sobre a humanidade e o seu próprio eu, por isso ama pôr o pé na estrada. Gosta de contribuir para que outras pessoas tenham experiências cada vez melhores de viagem, por isso quando sabe que um amigo vai viajar, já vem com sua listinha de dicas. A melhor viagem? É sempre a do momento.

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