O que fazer em Paris de graça | Uma lista de 20 passeios inesquecíveis

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Paris está no sonho de viagem de praticamente todo mundo. Segundo pesquisas, 98,99% dos turistas sonham com essa viagem (tá, acabei de inventar, mas você entendeu o espírito da coisa). Com certeza, se você for mulher, caiu nessa estatística. Se for homem, caso não seja seu interesse direto, por tabela você entra na estatística também. Já que a sua mãe, irmã, namorada, esposa ou candidata a algum posto amoroso na sua vida, com certeza, tem essa viagem como meta.

Se “Paris é uma cidade cara” é a sua desculpa da vez, vou te ajudar a mudar de ideia com uma série de ideias sobre o que fazer de graça pela cidade.

O que fazer em Paris sem gastar um tostão furado!

1. Tomar um vinho no Champ de Mars

O Champ de Mars vai da École Militaire até a Torre Eiffel. Aliás, a vista da torre a partir do gramado, é bem privilegiada. Tanto é que é normal ver não só turistas, mas os próprios parisienses se espalhando por ele.

Não é para menos, já que a torre é um espetáculo para ser apreciado dia e noite. A melhor hora, com certeza, é o fim de tarde, quando é possível vislumbrar a beleza dessa construção sob a luz do sol e, depois, quando ela fica toda iluminada. Leve um bom vinho, um casaco para a noite e se delicie com a vista. Vai ser um daqueles momentos de viagem que você vai querer guardar para sempre, experiência própria.

Localização: Champ de Mars, 7e arrondissement.

|Se quiser avaliar se vale a pena subir na Torre, veja aqui.|

2. Caminhar pela Champs-Elysées

A Champs-Elysées, sozinha, já é uma belezura. Ela é uma das avenidas mais bonitas que você deve conhecer nessa vida! Pelo menos, para mim, ela está no topo da seleção. Para completar, numa ponta está a Place de la Concorde, a segunda maior de toda a França e palco de eventos históricos importantes mundialmente, e no outro extremo, você acha o Arco do Triunfo, outro daqueles monumentos must-see quando se está em Paris.

Infelizmente, para subir ao Arco do Triunfo, paga-se uma tarifa. Mas admirá-lo por fora, não custa nada.

Localização: Avenida Champs-Elysées, 8e arrondissement.

3. Relaxar no Jardin des Tuileries

Foto: Divulgação/Wikipedia

O Jardin des Tuileries é o que resta hoje em dia do Palais des Tuileries. Ou seja, foi muito bem planejado para ser lindo. Você vai ver estátuas feitas por artistas famosos, tipo Rodin, Giacometti e Maillol, enfeitando os jardins. Na primavera e no verão, suas duas lagoas viram a diversão dos parisienses que, inclusive, se aconchegam nas espreguiçadeiras para pegar algum sol.

Incrementando ainda mais a visita, aqui você também acha o Musée de l’Orangerie, onde estão expostas As Ninféias de Monet, aquelas lá do Giverny. Uma boa notícia: esse museu é gratuito todo primeiro domingo do mês (e sempre para os menores de 26 anos).

Localização: Place de la Concorde, 75001, 1er arrondissement.

Funcionamento do Musée de l’Orangerie: Quarta a Segunda – 9h às 18h (última entrada às 17h15). Fechado em 01/05, 14/07 (somente pela manhã) e 25/12.

4. Se encantar por Montmartre

Vocês sabem o tanto que gosto de Montmartre, né? E jamais poderia deixá-lo de fora dessa listinha. O bairro fica numa colina de Paris (#alertadevistabacana) com ruelas de paralelepípedos, cafés e cabarés muito charmosos, pintores de rua. Por lá que foram gravadas muitas cenas do filme da Amélie PoulainAqui tem uma listinha de coisas que você deve encontrar por lá.

Um dos musts do bairro é visitar a Sacré Coeur, que também é de graça, e se deliciar com a vista de Paris a partir do pátio da igreja. Esse é um dos pontos naturalmente mais altos da cidade e garante uma vista linda, já que os prédios de Paris são baixinhos (exceto o Montparnasse, mas esse é assunto para outro dia…).

Localização: Montmartre, 18e arrondissement.

5. Ter o prazer da companhia do Sena e suas pontes

Caminhar pelo Rio Sena e sentir os ares de Paris é um dos programas gratuitos mais bacanudos. Você se sente parisiense por alguns momentos da sua vida. E vou te falar: a sensação é boa! Além disso, andando pelas margens do rio, você inevitavelmente vai passar por vários dos pontos turísticos da cidade.

São 37 pontes espalhadas por todo o comprimento do Rio. Eu sei, é coisa para caramba! Mas, destacaria algumas por critérios diferentes. A mais romântica, sem dúvida, é a Pont des Arts, aquela em que a galera pendurava seus cadeados do amor (tiraram tudo!). Se for pelo quesito beleza, a escolha é pela Pont Alexandre III, a bichinha é toda ornamentada, com detalhes dourados e combina super bem (propositalmente) com o Grand Palais no fundo. No quesito idade, quem ganha é a Pont Neuf (curiosamente, traduzido fica Ponte Nova #ironiasdodestino), que é até Patrimônio Mundial pela UNESCO.

6. Ver as belezas do Jardin du Luxembourg

Essa é uma daquelas coisas que está na lista de preferidos dos próprios franceses. O Jardin du Luxembourg é o maior parque público da cidade e foi feito para ser perfeito. O que você vai poder admirar aqui? Absolutamente tudo.

O lugar tem jardins franceses e ingleses, fontes e estátuas lindas. Ainda por cima, é bem aqui que funciona o Senado da França, no Palais du Luxembourg. Os laguinhos do Jardin são a diversão da criançada, especialmente durante o verão. Outra sensação é o teatrinho de fantoches. Aqui ainda tem restaurante, pomar e até um apiário! E, se você der sorte, consegue ver alguma apresentação no coreto. Vai dizer que não é um prato cheio?

#dicadeviajante

1. A melhor época do ano para passear pelo Jardin du Luxembourg, com certeza, é durante a primavera e o verão. Tanto é que justamente nessa época muitos parisienses gostam de vir se exercitar ou passar o seu almoço por aqui. Até algumas escolas trazem seus alunos para fazer educação física nos jardins. Mas o lugar ainda tem seu charme nas outras estações. Não desanime!

2. Barateie seu almoço: traga algo para comer no Luxembourg, como os parisienses.

3. Se preferir um restaurante, você pode procurar no Quartier Latin, nos arredores do Jardin du Luxembourg. Por ser uma área de estudantes, vai ter lugares com preços de menus mais amigos se for comparar com outras áreas de Paris.

Funcionamento: Depende da estação do ano (para o comprimento dos dias). Abre entre 7h30 e 8h15 e fecha entre 16h30 e 21h30, dependendo do horário de nascer e pôr-do-sol.

Localização: Rue de Médicis e Rue de Vaugirard – 75006.

7. Explorar a Catedral de Notre-Dame

Foto: Divulgação/Wikipedia

Essa Catedral entrou nos meus sonhos de viagem desde que a Disney resolveu adaptar o clássico do Victor Hugo e contar a história do Corcunda de Notre-Dame. #disneyfan

Enfim, a Catedral, dedicada à Maria, mãe de Jesus, é simplesmente um dos lugares mais visitados em Paris. Ela fica na Île de la Cité, ali pertinho do rio Sena. Então, até seria uma boa pedida combinar o passeio #5 com esse, né não?

Aqui vocês vão poder conhecer gratuitamente todo o interior de uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Então, olhe bem para seus vitrais lindos, suas torres e suas gárgulas. Se quiser dar um plus no seu passeio, passe por aqui nos sábados às 8h da matina: tem recital de órgão!

Infelizmente, subir até as suas torres e ver as famosas gárgulas de pertinho tem seu preço (€ 10, o ingresso) e sua fila. Se você tiver o Paris Museum Pass, já tem o acesso garantido.

Funcionamento: Segunda a Sexta – 8h às 18h45. Sábados e Domingos – 7h15 às 18h45.

Localização: Place du Parvis Notre-Dame, 6 – 75004.

8. Fazer um piquenique na Place des Vosgues

Sabe aquela coisa de que os melhores perfumes ficam nos menores frascos? Pois é. A Place des Vosgues é dessas. É pequena, mas guarda muitos motivos para a visita. Para começar, é a praça planejada mais antiga da cidade (desde 1612 aí!) e, ainda por cima, uma das mais bonitas. Ela fica no Marais, um bairro histórico muito do charmoso em Paris. Tem gente até que chama o lugar de Praça Real, já que foi feita a mando do rei Henri IV.

Dá para passar tempo passeando entre os arcos em volta da praça, se espalhando no gramado, como fazem os franceses, ou admirando as estátuas, fontes e as fachadas das casinhas de tijolos vermelhos e telhados pontudos. Tudo aqui é protegido pela lei de proteção dos monumentos nacionais, para garantir que a praça vai continuar como está: perfeita.

Chegar para um piquenique aqui na hora do almoço é um daqueles momentos que você dispensa um restaurante por uma boa causa. Ah, não esquece do vinho!

#dicadeviajante

Aqui, você não precisa fazer grandes planejamentos de piquenique, não. Na Rue des Tournelles, por exemplo, você deve achar algum mercadinho onde pode comprar coisas baratex para fazer seu piquenique.

Localização: Le Marais, 4e Arrondissement.

9. Visitar a Maison Victor Hugo

Se você estiver na Place des Vosgues, essa visita aqui pode ser uma boa combinação. Bem ali no segundo andar do antigo Hotel Rohan-Guéménée, morou o Victor Hugo, aqueeele que escreveu muita coisa famosa tipo, Les Miserábles.

Hoje em dia, o prédio virou o Museu Maison Victor Hugo. Ali, no mesmo andar onde morou o escritor entre 1832 e 1848, ficam expostos os cômodos conservando o mobiliário que era dele e conta-se um pouco da história antes, durante e depois do seu exílio por Napoleão III. Para visitar, só passar na bilheteria para avisar que quer entrar para a exposição do segundo andar.

Aproveitaram o primeiro andar para fazer uma área de exposições temporárias, que são pagas. Na lojinha da bilheteria, você ainda consegue comprar uma cópia de algumas das suas obras, como Les Misérables e Notre-Dame de Paris (O corcunda de Notre-Dame). Mas tudo em francês, né?

Funcionamento: Terça a Domingo – 10h às 18h. A última entrada acontece 17h30.

Localização: Place des Vosges, 6 – 75004.

10. Conhecer a coleção permanente do Petit Palais

Só de chegar aqui, já valeu. Viram que contei ali em cima que a Pont Alexandre III combinava super bem com o Grand Palais (o passeio #5 de novo!)? Pois é. O negócio é que essas duas belezuras junto com o Petit Palais formam um conjuntão só. Foi tudo de propósito, minha gente. E o resultado é lindo.

Mas, como tudo em Paris tem um a mais, o lugar também funciona como Museu de Belas Artes da cidade. Tem uma coleção permanente com vários objetos de arte, esculturas, pinturas que contam um pouco de história, passando pelo período medieval e o Renascimento. Aqui você acha quadros de gente famosa, tipo Monet, Renoir, Delacroix e por aí vai.

#dicadeviajante

Se não for tão fã dessas coisas, pelo menos pode entrar para conhecer o seu jardim interno e aproveitar para descansar as pernas no café, Le Jardin du Palais.

Funcionamento: Terça a Domingo – 10h às 18h. Última entrada às 17h45.

Localização: Avenida Winston Churchill – 75008.

11. Conferir a beleza das Galeries Lafayette

Não, não estou te convidando para fazer compras nas Galeries Lafayette. Assim que visitei o lugar pela primeira vez, nem era essa a minha intenção. Na verdade, o lugar é uma beleza para ser admirada. Sim! Só mudar seu jeito de ver as coisas. Olha a arquitetura das Galeries… parece uma jóia!

Além disso, se você sempre quis sentar para assistir a um desfile, tá aqui a sua oportunidade. Por aqui, tem desfile de moda toda sexta às 15h no quarto andar das Galeries para qualquer mortal que tiver interesse assistir. A duração do desfile é 30 minutos e, para ver, você deve reservar com (muita!) antecedência.

Funcionamento: Segunda a Sábado – 9h30 às 20h (às quintas fecha às 21h).

Localização: 40 Boulevard Haussmann, 9e arrondissement.

12. Sentir os ares revolucionários da Bastille

Foto: Divulgação/Wikimedia Commons

Pisar em lugares históricos é um daqueles Feitos de viagem (com “efe” maiúsculo mesmo e um letreiro piscando ainda por cima). Quem é que não curte contar que foi em um lugar onde aconteceu um evento importante? Pois a Place de la Bastille é um desses lugares.

A “Tomada da Bastilha” é um evento que te soa familiar? Foi esse o acontecimento que deu início à Revolução Francesa. Aqueeeela que trouxe para o mundo inteirinho os princípios da “liberdade, igualdade e fraternidade”. Hoje em dia, da Bastilha, só restou essa praça com o obelisco.

Ok, se você não gosta tanto de história, pelo menos guarde essa data: 14 de julho. É feriado nacional da França e você provavelmente vai encontrar muita coisa fechada nesse dia, mas a Place de la Bastille com certeza não vai estar. Não tem como dizer que não vale a visita.

Localização: Bastille, 4e Arrondissement.

13. Conhecer a Église de la Madeleine

Foto: Divulgação/Wikimedia Commons

Uma igreja católica com cara de templo grego. Só pelo quesito “diferente”, a Madeleine merece um voto de confiança. O que ela tem de importante? Antes do Arco do Triunfo, numa época onde o povo não era muito fã do clero, era essa igrejinha que fazia o papel de homenagear o Grande Exército de Napoleão. Hoje em dia, ela é consagrada a Maria Madalena.

#dicadeviajante

Você já consegue dar uma olhada para ela lá da Place de la Concorde, então, pode até incluir as duas no mesmo roteiro.

Funcionamento: Todos os dias – 9h às 18h.

Localização: Place de la Madeleine, 8e arrondissement.

14. Ver o balão do Parc André Citröen

Citröen… você deve estar pensando se esse nome tem a ver com aquela marca de carros. E tem. Esse é um parque público que foi construído no terreno de uma antiga fábrica da Citröen. Daí o nome.

O parque tem dois jardins e uma grande área verde aberta. Mas bacanudo mesmo é o seu balão de ar quente que fica a 150 metros do chão e fica disponível para quem quiser dar uma voltinha (pagando, claro – € 12, para adultos, e € 6, para crianças entre 3 e 11 anos). Mas relaxar no gramado, admirar os jardins e tirar uma foto com o balão é de graça.

Funcionamento: Todos os dias, com horários variando de acordo com a estação do ano. De segunda a sexta, abre às 8h e, nos finais de semana, às 9h. O parque fecha entre 17h30 e 21h30, dependendo da hora do anoitecer. O balão funciona das 9h até 30 minutos antes do parque fechar (ou nem funciona se o tempo estiver impróprio, visite o site para saber com antecedência).

Localização: 2 rue Cauchy, 15e arrondissement.

15. Admirar as vitrines da Place Vendôme

Foto: Divulgação/Flickr

Para começo de conversa, a maior parte das fachadas dessa praça são declaradas Monumento Histórico. Na época em que o projeto da praça foi feito, todos os donos de imóveis dos seus arredores foram obrigados a se adaptarem a ele. O resultado são essas fachadas lindas e uniformes que a gente vê até hoje.

Como se não bastasse, a Place Vendôme guarda, literalmente, as jóias da cidade. É bem pelas vitrines das lojas nos seus arredores que você vai ver diamantes, rubis e esmeraldas das marcas de joalherias mais famosas do mundo! Sinceramente: vale dar uma passadinha para fazer os olhos brilharem.

#dicadeviajante

Olha o combo que dá para fazer no roteiro: a Place Vendôme fica a 5 minutos de caminhada dos Jardins de Tuileries e a 10 minutos da Église de la Madeleine.

Localização: Place Vendôme, 1er arrondissement.

16. Piquenicar na Esplanade des Invalides

Foto: Divulgação/Wikimedia Commons

A Esplanada des Invalides é um lugar bacana para sentir os ares de Paris. Aqui você vai se sentir parte da cidade. Ela é margeada por uma avenida charmosinha (por lá é difícil achar alguma que não seja ao menos bonitinha, mas tudo bem) e nos dois extremos ficam pontos que vale a pena admirar. Daí, piquenicar vira uma boa opção: comer barato e ver coisas bonitas.

Dos pontos a se notar, um é o Hôtel des Invalides, que foi criado por Napoleão para um motivo super nobre: abrigar os veteranos e feridos nas guerras. Mesmo sem ser muito chegado nessas histórias de guerra, vale a pena parar aqui e admirar a arquitetura do lugar, que, vamo combinar, coloca muito hotel de luxo no chinelo. O domo que você vê bem ali no meio dele é o da Église du Dome (nome criatiiiiivo!), onde estão os restos mortais de Napoleão. Infelizmente, para entrar no Hôtel, paga-se o valor de 11€. Mas, como sempre, contemplar é free!

No outro extremo da esplanada, fica a Pont Alexandre III, que já comentei com vocês antes, é uma das mais lindonas de Paris.

Localização: Avenue du Maréchal Gallieni, 7e Arrondissement.

17. Conhecer a história de Paris no Museu Carnavalet

Foto: Divulgação/Flickr

Mesmo que você não curta tanto visitar museus, talvez esse te interesse. Afinal, o Musée Carnavalet é conhecido como o museu mais parisiense e, se você veio para Paris… bom, acho que entendeu a lógica, né?

O museu tem uma exposição permanente que é gratuita (existe uma doação de 5 € para quem quiser/puder) e conta a história da cidade desde os remotos tempos pré-históricos até a belezura em que ela acabou se tornando. Ele ocupa dois palacetes que tem mais de 3 séculos. Um deles, o Hôtel Carnavalet, é inclusive o mais antigo de Paris! Os destaques do lugar são o jogo de xadrez que Louis XIV usou (dizem!) para se distrair antes de perder a cabeça na guilhotina e seu mobiliário que reconstrói um pouco de como eram as residências de séculos passados.

Além de ser 0800, tem outra boa notícia: você dificilmente vai enfrentar uma fila por aqui. Muita gente ou não conhece ou tem preguiça ou seja lá o que for, mas acabam deixando de lado justo esse museu que tem a cara de Paris. Para completar, ele ainda fica no bairro do Marais, outro que vale a pena uma visitinha!

Funcionamento: Terça a Domingo, das 10h às 18h (última entrada às 17h30 e a bilheteria fecha às 17h). Infelizmente, os palacetes do Hôtel Le Peletier e do Hôtel Carnavalet estão fechados para renovação até 2019. Hoje, eles tem um espaço mostrando o projeto de renovação.

Localização: 16 rue des Francs-Bourgeois – 3e Arrondissement.

18. Explorar o Quartier Latin

Foto: Divulgação/Flickr

Simplesmente é impossível fazer uma viagem para Paris e não incluir o Quartier Latin no roteiro. Esta é a área dos estudantes de Paris, onde fica a famosa Sorbonne entre outros colégios e faculdades. Ou seja, é bem aqui que você vai ver o ambiente mais jovem e mais simpático da cidade.

Além disso, é justamente pelo Quartier Latin que ficam cafés e restaurantes com preços mais camaradas. E isso não quer dizer que sejam ruins! Por conta disso, marcar um almoço no bairro é uma ótima opção, com certeza.

Para completar o circuito, o bairro ainda conta com pontos famosos, como o Pantheon (7 € a entrada) e o Jardin du Luxembourg (passeio #6!). Para quem curte casas de show, lá ficam o cabaré Paradis Latin e o Caveau de La Huchette, um lugar bacana para quem gosta de jazz.

Localização: 5e Arrondissement.

19. Relaxar entre as belezas do Domaine du Palais Royal

Foto: Divulgação/Flickr

Tá aí um lugar perfeito para você sentar, relaxar e admirar. Se quiser, pode trazer um belisquete também. Chegando aqui, você percebe que o lugar foi feito para ser um cantinho de paz e sossego para as famílias reais.

Entre as esculturas, fontes e flores, as 260 colunas listradas em preto e branco com vários tamanhos diferentes acabam sendo a atração principal para a galera.

O Palais Royal em si é um espaço fechado ao público. Hoje em dia, só entra aí quem trabalha no Conseil d’État. Mas, quem se importa se tem tanta beleza do lado de fora?

#dicadeviajante

O Domaine du Palais Royal fica a uma caminhada bem curtinha do Louvre. Daí, combinar as duas visitas acaba sendo uma conclusão lógica.

Funcionamento:

 Período  Horários
01 de Janeiro a 31 de Março Todos os dias, das 7h30 às 20h30
01 de Abril a 31 de Maio Todos os dias, das 7h às 22h15
01 de Junho a 31 de Agosto Todos os dias, das 7h às 23h
01 de Setembro a 30 de Setembro Todos os dias, das 7h às 21h30
01 de Outubro a 31 de Dezembro Todos os dias, das 7h30 às 20h30

Localização: 8 rue Montpensier – 1er Arrondissement.

20. Conhecer a coleção do Musée d’Art Moderne

Foto: Divulgação/Flickr

Musée d’Arte Moderne de la Ville de Paris: de um museu com um nomão desse, dá para se esperar alguma coisa boa, né? Pois é bem verdade. Espere encontrar obras de arte mais contemporâneas, que vão das pinturas e esculturas a fotografias e vídeos.

Já ouviu falar em Modigliani? Ou Matisse? E Picasso?!? Bom, você vai achar uns trabalhos desses senhores na coleção permanente do Museu, justamente aquela que você pode visitar de graça.

#dicadeviajante

Se estiver nas redondezas da Torre Eiffel, considere essa visita. O museu fica bem pertinho dela.

Funcionamento: Terça a Domingo, das 10h às 18h (última entrada às 17h15).

Localização: 11 avenue du Président Wilson, 16e Arrondissement.

 E você? Teria mais alguma sugestão sobre o que fazer em Paris de graça? Conta aê. 🙂

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Apaixonada pela vida, tenta viver a expressão "carpe diem". Acredita que cada viagem é um meio de aprender mais sobre a humanidade e o seu próprio eu, por isso ama pôr o pé na estrada. Gosta de contribuir para que outras pessoas tenham experiências cada vez melhores de viagem, por isso quando sabe que um amigo vai viajar, já vem com sua listinha de dicas. A melhor viagem? É sempre a do momento.

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